Pentágono mobiliza aviões tanque e indica nova ofensiva

Movimentação atípica de aeronaves de reabastecimento no Atlântico sugere preparação para ataques de longo alcance e coloca o Oriente Médio em alerta máximo.

A Força Aérea dos Estados Unidos iniciou um deslocamento em larga escala de aviões de reabastecimento aéreo nas últimas 72 horas. O fluxo de aeronaves KC-135 Stratotanker e KC-46 Pegasus foi detectado partindo de bases na costa leste americana e do Reino Unido.

O destino final das aeronaves é o Oriente Médio, região que vive momentos de tensão extrema com o Irã. O movimento repete a doutrina logística aplicada meses atrás, quando o Pentágono neutralizou ameaças nucleares em solo iraniano.

A presença desses “postos de gasolina voadores” é o principal indicador de que bombardeiros estratégicos estão em trânsito. Sem o apoio dos tanques, os aviões de ataque não teriam autonomia para missões transcontinentais complexas.

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Rastreadores de voo mostram que mais de uma dezena de jatos de carga pesada também se dirigem à região. O volume de carga sugere o envio de munições de precisão e equipes de suporte logístico avançado.

Logística de guerra e o padrão de ataque

A estratégia americana foca na superioridade aérea absoluta e no elemento surpresa, utilizando rotas que evitam radares convencionais. O reabastecimento em pleno ar permite que a frota permaneça invisível até o momento do disparo dos mísseis.

Fontes do Pentágono, embora não confirmem o alvo, admitem que o alerta para as companhias aéreas civis nas Américas foi reforçado. Essa medida visa evitar danos colaterais em caso de uma resposta coordenada de potências rivais na região sul do continente.

A movimentação atual é vista por especialistas como o estágio final de um plano de contingência para proteger ativos aliados. O envio do porta-aviões Abraham Lincoln reforça a tese de que uma ação de grande porte está sendo montada.

Impacto global e riscos de retaliação

O governo de Teerã já manifestou que qualquer nova incursão em seu território terá uma resposta severa. O fechamento do Estreito de Ormuz volta a ser uma ameaça real, o que poderia paralisar 30% do fluxo de petróleo mundial.

A segurança jurídica das operações internacionais é monitorada de perto pelo Conselho de Segurança da ONU. O uso de armamentos de alta precisão é a aposta de Washington para minimizar baixas civis e evitar uma guerra total.

Analistas sugerem que a mobilização de bombardeiros B-2 é o único caminho para atingir alvos fortificados a mais de 90 metros de profundidade. A coordenação entre os comandos STRATCOM e TRANSCOM indica que a janela de oportunidade para o ataque pode ser de poucas horas.

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