NYT publica mapa: veja alvos dos ataques na Venezuela

Levantamento visual aponta destruição em bases de elite, portos e antenas de transmissão; mapa confirma ofensiva em larga escala contra o regime de Maduro.

A divulgação de um mapa detalhado pelo jornal americano The New York Times mudou a percepção sobre a dimensão da ofensiva militar em Caracas. O material cartográfico revela que os Estados Unidos conduziram ataques cirúrgicos contra instalações que sustentavam a comunicação e a defesa aérea do regime de Nicolás Maduro.

Os bombardeios começaram por volta das 2h da madrugada no horário local. Residentes de Caracas relataram sons de aeronaves voando baixo seguidos por explosões ensurdecedoras. O mapa indica que o primeiro alvo foi o Forte Tiuna, o maior complexo militar do país e sede do Ministério da Defesa.

Outro ponto nevrálgico atingido foi a Base Aérea de La Carlota, situada no coração da capital venezuelana. Imagens de satélite mostram hangares destruídos e aeronaves militares inutilizadas nas pistas de pouso. A ação visou neutralizar qualquer tentativa de resposta aérea imediata das forças bolivarianas.

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Além das bases em Caracas, o mapa do jornal americano destaca explosões nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. O porto de La Guaira, porta de entrada para suprimentos essenciais, sofreu danos significativos em sua infraestrutura logística.

Destruição de comunicações e portos estratégicos

O ataque não se limitou a alvos puramente bélicos, segundo os registros visuais. A antena de sinal de El Volcán, fundamental para a transmissão de rádio e TV estatal, foi derrubada por mísseis guiados. Isso causou um apagão informativo em grande parte do território nacional logo nos primeiros minutos da invasão.

Especialistas em estratégia militar apontam que a escolha dos locais visava isolar o comando central venezuelano. Sem comunicação e sem bases operacionais seguras, a resistência organizada tornou-se praticamente impossível nas primeiras horas do sábado.

De acordo com os dados de inteligência internacional, a precisão dos ataques sugere o uso de munições inteligentes de última geração. O governo americano sustenta que a operação foi planejada para minimizar danos colaterais a áreas residenciais, embora relatos locais indiquem tremores em bairros civis próximos.

Reflexos na fronteira e impacto humanitário

O mapa também sinaliza bombardeios em aeroportos costeiros, como o de Higuerote. Essa medida teria sido tomada para garantir que nenhuma aeronave do alto escalão pudesse decolar para o exílio ou para buscar apoio militar estrangeiro.

A divulgação dessas coordenadas gerou uma reação imediata do governo brasileiro. O Exército monitora se houve movimentação de tropas venezuelanas em direção ao sul após os ataques no norte do país. Conforme a nota oficial do governo de Roraima, o estado está em prontidão para os reflexos humanitários desse mapeamento de destruição.

A população civil de Caracas permanece em alerta, com muitas famílias buscando abrigo em porões e estações de metrô. O mapa do New York Times serve agora como um guia para os moradores identificarem quais áreas evitar devido ao risco de novos focos de incêndio ou colapso de estruturas.

O desfecho da análise do mapa confirma que a operação foi meticulosamente desenhada para ser rápida e decisiva. O mundo aguarda agora a conferência de imprensa da Casa Branca para detalhar se todos os alvos mapeados foram neutralizados conforme o planejado.

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