Trump decide apoiar novos ataques contra o Irã

Presidente dos EUA garante suporte armado caso Teerã retome programa de mísseis balísticos, elevando tensão mundial após encontro na Flórida.

Trump afirmou em Mar-a-Lago que os Estados Unidos estão prontos para apoiar ataques militares imediatos contra o Irã. O presidente americano destacou que qualquer retomada do programa de mísseis balísticos ou nucleares resultará em uma resposta armada sem precedentes.

A declaração ocorreu nesta segunda-feira durante uma coletiva conjunta com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, na residência oficial da Flórida. Trump ressaltou que monitora de perto movimentações em locais diferentes dos que foram atingidos pelos bombardeios em junho deste ano.

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O republicano mencionou especificamente o poderio dos bombardeiros B-2, sugerindo que não hesitará em utilizá-los novamente para obliterar infraestruturas militares. Consequentemente, a estratégia visa desmantelar preventivamente qualquer tentativa de Teerã de reconstruir sua capacidade ofensiva de longo alcance.

Promessa de Retaliação e Uso de Bombardeiros B-2

Segundo Trump, as consequências para Teerã serão muito mais poderosas do que a ofensiva anterior realizada no meio de 2025. Portanto, a postura agressiva busca impedir que a República Islâmica reestabeleça sua capacidade de dissuasão através da fabricação de novos armamentos.

Além disso, a cooperação técnica entre Washington e Tel Aviv deve focar na identificação de alvos estratégicos espalhados pelo território iraniano. É possível acompanhar os desdobramentos diplomáticos conforme a declaração oficial emitida pelo governo norte-americano após a reunião ministerial secreta.

Dessa forma, os Estados Unidos pretendem utilizar sua superioridade tecnológica para garantir que nenhuma ogiva balística seja produzida em solo iraniano. A medida conta com o apoio irrestrito da ala republicana no Congresso, que exige ações rápidas contra as ameaças externas.

Reação de Teerã e Instabilidade Regional

Por outro lado, o governo iraniano reagiu prontamente às ameaças afirmando que qualquer agressão estrangeira enfrentará uma resposta dura e imediata. Ali Shamkhani, conselheiro do Líder Supremo, escreveu em rede social que a capacidade defensiva do Irã não é negociável.

Entretanto, o aumento da tensão entre as potências ameaça colapsar as frágeis negociações de paz que vinham sendo discutidas recentemente no Oriente Médio. Analistas internacionais observam com profunda preocupação a possibilidade de uma conflagração regional que envolva diretamente as forças armadas.

Os riscos para a economia global são reais e podem afetar diretamente o preço dos combustíveis em diversos países. Outros detalhes sobre a movimentação de tropas na região estão disponíveis segundo dados oficiais divulgados por agências de inteligência internacionais nesta semana.

Dessa maneira, a diplomacia global tenta mediar a crise urgente para evitar que a retaliação prometida se transforme em conflito descontrolado. O destino da paz agora depende exclusivamente da validação dos fatos e da disposição real em evitar novas agressões militares.

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