Trump: operação na Venezuela teve “zero mortes”

Presidente dos EUA classifica operação militar como sucesso absoluto e nega baixas fatais, enquanto Caracas denuncia mísseis em áreas urbanas.

O presidente Donald Trump confirmou hoje que as forças norte-americanas capturaram Nicolás Maduro em Caracas. Ele afirmou que a operação teve poucos feridos e nenhuma morte.

A declaração surgiu na rede social Truth Social nas primeiras horas deste sábado. Trump classificou a incursão militar como uma missão brilhante e cirúrgica.

O mandatário norte-americano destacou que a prioridade era a captura do líder venezuelano. Maduro e sua esposa, Cilia Flores, já foram retirados do país vizinho.

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A versão de Washington contrasta com os relatos vindos de Caracas e Miranda. O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, denunciou ataques contra a população civil.

Padrino López afirmou que as bombas atingiram diversas áreas urbanas densamente povoadas. Ele informou que o governo venezuelano ainda contabiliza o número real de vítimas.

No entanto, Trump reiterou que os alvos foram estritamente militares e logísticos. Ele marcou uma conferência em Mar-a-Lago para apresentar as evidências da operação.

Detalhes da operação militar e capturas

A Delta Force liderou o ataque relâmpago que durou menos de trinta minutos. As explosões foram ouvidas em toda a capital venezuelana durante a madrugada.

Segundo dados da CNN Brasil, o presidente norte-americano agiu sob o argumento de combate ao narcoterrorismo. Trump havia prometido sanções severas contra o regime chavista recentemente.

A recompensa por Maduro havia sido aumentada para cinquenta milhões de dólares. A Casa Branca afirma que o ex-ditador enfrentará o sistema judiciário norte-americano.

As forças de segurança dos Estados Unidos planejaram o ataque por meses. Eles utilizaram drones e aeronaves de última geração para evitar o contato terrestre.

Reações internacionais e alerta no Brasil

O governo brasileiro acompanha a situação na fronteira de Roraima com atenção. O presidente Lula condenou o uso da força e pediu respeito à soberania.

O Itamaraty convocou uma reunião de emergência para discutir os reflexos da crise. De acordo com o portal Estadão, Roraima já emitiu notas sobre a segurança de seus cidadãos.

Muitos líderes da América Latina temem que o conflito gere uma crise migratória. O fluxo de refugiados para Pacaraima pode aumentar drasticamente nas próximas horas.

Enquanto isso, a oposição venezuelana no exílio celebra a notícia vinda de Washington. Eles acreditam que o julgamento de Maduro é o início da democracia.

O Pentágono ainda não divulgou o custo total da intervenção militar na região. A expectativa é que o Congresso norte-americano exija relatórios detalhados sobre a invasão.

A situação em Caracas permanece tensa com o patrulhamento de milícias armadas locais. A população civil busca abrigo em estações de metrô e porões residenciais.

Trump prometeu que os Estados Unidos ajudarão na reconstrução institucional da Venezuela. Ele afirmou que novos detalhes sobre o julgamento serão revelados em breve.

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