Ucrânia ataca usinas e deixa cidades russas no escuro

Mísseis das Forças Armadas da Ucrânia destroem subestações elétricas no oeste da Rússia e provocam blecaute generalizado em regiões estratégicas de Putin.

As Forças Armadas da Ucrânia realizaram um ataque de grandes proporções com mísseis contra o território russo na última hora deste dia 08 de janeiro de 2026. A ofensiva teve como alvos principais a infraestrutura energética das cidades de Belgorod e Oryol, no oeste da Rússia. Relatos locais indicam que as explosões atingiram subestações elétricas vitais, provocando um apagão total que se estende por diversos distritos e vilas vizinhas.

Em Belgorod, a situação é considerada crítica pelas autoridades regionais. Mísseis atingiram a usina termelétrica Luch e a subestação de Storozhovaya, interrompendo o fornecimento de eletricidade para toda a capital regional. O blecaute resultou na paralisação imediata do fornecimento de água e dos sistemas de calefação urbana. A população enfrenta temperaturas negativas severas sem acesso aos serviços básicos de sobrevivência.

O governo regional confirmou que equipes de emergência trabalham para conter incêndios em instalações de alta tensão. Em Oryol, moradores relataram múltiplas detonações nas proximidades do polo termelétrico local, seguidas por quedas de energia e instabilidade na rede de internet. A Ucrânia parece ter intensificado sua campanha de “guerra energética” em retaliação aos contínuos bombardeios russos contra a rede elétrica de Kiev nos últimos dias.

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A estratégia de Kiev foca em desarticular a logística russa através do desabastecimento. Ao atingir centros de distribuição de energia em cidades próximas à fronteira, a Ucrânia força a Rússia a deslocar recursos de defesa aérea da linha de frente para proteger suas próprias cidades industriais. A ofensiva demonstra um avanço tecnológico nas capacidades de longo alcance dos mísseis ucranianos, que agora atingem alvos estratégicos com maior precisão.

Impacto humanitário e logístico no oeste russo

O apagão em Belgorod e Oryol trava não apenas a vida civil, mas também a movimentação de tropas russas que dependem da infraestrutura local para suprimentos. O governador Vyacheslav Gladkov utilizou as redes sociais para informar que, apesar dos danos materiais severos, não há registro de vítimas fatais até o momento. Contudo, a falta de aquecimento em meio ao inverno russo de 2026 gera uma preocupação humanitária urgente para os moradores locais.

A campanha ucraniana contra depósitos de combustível e refinarias, que já havia atingido alvos em Kotel e Stary Oskol no início da semana, agora evolui para o setor elétrico direto. Analistas de inteligência apontam que esses ataques visam “fechar o caixa eletrônico” da energia russa e desgastar a sustentabilidade econômica da máquina de guerra do Kremlin. O impacto nas bolsas e no preço do petróleo é monitorado de perto por observadores globais.

Para verificar os mapas de danos e os dados de tráfego de energia em tempo real, consulte os portais de análise de conflito e as atualizações oficiais sobre a situação na fronteira russa. Estes links profundos fornecem a validação necessária sobre a extensão dos ataques realizados nesta noite.

Resposta militar e retaliação de Moscou

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter interceptado diversos projéteis, mas admitiu que “fragmentos e impactos diretos” causaram avarias em instalações civis. O Kremlin prometeu uma resposta severa aos ataques, o que deve levar a uma nova rodada de bombardeios contra cidades ucranianas nas próximas 24 horas. A escalada do conflito para a infraestrutura energética de ambos os lados coloca milhões de civis em risco de congelamento.

A comunidade internacional observa com apreensão a expansão do teatro de operações para cidades russas densamente povoadas. Enquanto a Ucrânia justifica os ataques como legítima defesa e neutralização de recursos militares, a Rússia classifica as ações como “terrorismo contra a infraestrutura civil”. O desfecho desta nova fase da guerra dependerá da capacidade de ambos os países em manterem suas redes elétricas resilientes diante de ataques de precisão.

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