O ministro Vladimir Padrino López confirmou ataques aéreos contra Caracas nesta madrugada de sábado. Ele afirmou que as forças estrangeiras não derrotarão a resistência venezuelana.
A declaração ocorre após o presidente Donald Trump anunciar o sucesso de uma incursão militar. O governo norte-americano sustenta que capturou Nicolás Maduro em território venezuelano.
“Nos han atacado, pero no nos doblegarán”.
Ministro de Defensa de la República Bolivariana de #Venezuela, Vladimir Padrino López, tras el escandaloso bombardeo de EEUU en suelo venezolano.
La FANB respalda el Decreto de Conmoción Exterior en todo el territorio nacional e… pic.twitter.com/Gk2IiKr56l
— ✽ Orlenys Ortiz 🍁🍃 (@OrlenysOV) January 3, 2026
O Ministério da Defesa da Venezuela classificou a ação como vil e covarde. Explosões atingiram áreas civis e militares nos estados de Miranda e Aragua.
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A vice-presidente Delcy Rodríguez exigiu provas de vida do líder chavista. Ela informou que o paradeiro de Maduro permanece desconhecido pelo comando nacional venezuelano.
Mobilização militar e estado de emergência
Padrino López ordenou o desdobramento imediato de todos os recursos de defesa. Sistemas de mísseis e forças navais foram ativados em todo o território nacional.
O governo venezuelano solicitou uma reunião de emergência no Conselho de Segurança da ONU. A alegação é de agressão militar gravíssima contra a soberania do país e o direito internacional.
A Rússia e o Irão já manifestaram condenação ao ato armado dos Estados Unidos. O Kremlin alertou para o risco de uma escalada bélica destrutiva na América Latina.
Impacto na fronteira e reação brasileira
O Brasil monitora a situação com atenção máxima na região norte de Roraima. Tropas brasileiras reforçam a segurança para evitar transbordamentos do conflito para solo nacional.
Analistas internacionais indicam que o controle dos recursos estratégicos motivou a ofensiva. O petróleo venezuelano é o ponto central da disputa geopolítica entre as potências.
A população de Caracas permanece em alerta sob o som de aeronaves militares. O estado de emergência suspende garantias constitucionais enquanto a operação estrangeira continua ativa.