A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro realizou uma operação de segurança histórica durante a virada para 2026. Os agentes apreenderam exatamente 144 facas nos acessos à Praia de Copacabana. As apreensões ocorreram nos 17 pontos de revista espalhados pelo bairro da Zona Sul. O esquema funcionou como uma barreira preventiva contra a violência.
O cerco tático montado pela corporação isolou toda a orla e ruas transversais durante o evento. Mais de 2,6 milhões de pessoas acompanharam os shows e a queima de fogos na areia. A fiscalização rigorosa impediu que objetos cortantes chegassem ao público presente na festa. O planejamento estratégico visou garantir que a celebração ocorresse sem incidentes graves.
Além das facas, os policiais confiscaram outros materiais proibidos, como garrafas de vidro e estiletes. A PM utilizou detectores de metais em todos os postos de controle de pedestres. Essa tecnologia permitiu uma triagem rápida e eficiente dos visitantes que chegavam ao bairro. O balanço parcial indica uma redução significativa de riscos imediatos.
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Pela primeira vez em escala total, o governo utilizou câmeras de reconhecimento facial integradas. O sistema estava conectado diretamente ao Centro Integrado de Comando e Controle, o CICC. Essa ferramenta ajudou a identificar pessoas com mandados de prisão em aberto nos arredores. A tecnologia de ponta tornou-se o pilar central da segurança no Rio.
Tecnologia e monitoramento em tempo real
O uso de softwares inteligentes permitiu monitorar a movimentação de milhões de pessoas simultaneamente. Os drones da corporação sobrevoaram a orla captando imagens em alta resolução. Essas equipes terrestres e aéreas trabalharam de forma coordenada para interceptar suspeitos. A presença policial ostensiva inibiu a prática de delitos comuns na virada.
O balanço oficial também registrou a recuperação de doze aparelhos celulares roubados ou furtados. Os agentes localizaram até mesmo um par de óculos inteligentes com um suspeito. Segundo os dados oficiais, a operação em Copacabana resultou na apreensão de 144 facas em acessos à praia durante todo o dia 31 de dezembro. O foco total foi a preservação da ordem.
Impacto na segurança do turista
A sensação de segurança foi elogiada por muitos turistas que participaram da festa. O reconhecimento oficial veio através do Guinness World Records como o maior Réveillon do planeta. Conforme a declaração das autoridades, o reforço na fiscalização contribuiu para uma virada de ano mais tranquila com redução de riscos para todos. A cidade reafirma sua capacidade de sediar grandes eventos.
Os postos de comando serviram como pontos de apoio para o público e crianças perdidas. A logística de transporte e segurança operou sem interrupções críticas durante a madrugada. A Polícia Militar mantém o policiamento reforçado em toda a orla durante o primeiro dia do ano. O planejamento agora foca na dispersão total do público da orla carioca.
O sucesso da operação servirá de modelo para o próximo Carnaval na capital fluminense. A integração entre tecnologia e patrulhamento humano provou ser o caminho para cidades inteligentes. O Rio de Janeiro encerra a virada com saldo positivo na área de segurança pública. A vigilância continua sendo a prioridade absoluta para as autoridades estaduais neste novo ciclo.