PoderData revela governo Lula pior que o de Bolsonaro

Levantamento inédito do PoderData aponta empate técnico no limite, mas traz números preocupantes sobre a percepção de melhora do país sob a gestão petista atual.

O instituto PoderData divulgou hoje em Brasília dados que confirmam o desgaste do governo federal na comparação direta com a gestão anterior. O levantamento aponta que o governo atual enfrenta sérias dificuldades para convencer o eleitor de centro sobre avanços estruturais realizados até este momento.

Segundo os dados colhidos entre os dias 13 e 15 de dezembro, cerca de 39% dos brasileiros classificam a gestão petista como inferior. Ao mesmo tempo, o índice dos que consideram o governo melhor estacionou em 38%, configurando um cenário de extrema polarização no país.

Os números acendem um alerta vermelho nas salas do Palácio do Planalto. A percepção de estagnação econômica e a alta nos preços de itens básicos influenciam diretamente o humor do eleitorado brasileiro nesta reta final do ano.

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A pesquisa ouviu 2.500 pessoas em todo o território nacional. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da amostra estatística é de 95% conforme os protocolos de transparência eleitoral vigentes.

Além do comparativo direto, o levantamento mediu a desaprovação geral do governo. O índice de brasileiros que desaprovam a condução do país atingiu um patamar crítico, refletindo a insatisfação com a condução das pautas de segurança pública.

Especialistas políticos afirmam que a ausência de uma marca clara na economia prejudica o governo. O cidadão comum sente o impacto no poder de compra e projeta um cenário de incertezas para o próximo ano de eleições municipais e estaduais.

O governo Lula tenta reagir com pacotes de investimentos sociais. Entretanto, a resistência parlamentar e o déficit nas contas públicas impedem que essas ações gerem o efeito esperado na popularidade do presidente em curto prazo.

A soma dos que consideram o governo pior ou igual ao anterior chega a 61%. Esse dado sugere que a maioria absoluta da população não enxerga uma evolução clara em relação ao mandato de Jair Bolsonaro até agora.

Analistas de mercado observam que a desconfiança política gera instabilidade financeira. Investidores estrangeiros aguardam sinais de responsabilidade fiscal mais contundentes para manter o fluxo de capital no mercado brasileiro de ações e títulos.

A desaprovação é mais acentuada nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. No Nordeste, reduto histórico do PT, os números também mostram sinais de oscilação negativa, o que preocupa os articuladores da base aliada no Congresso Nacional.

Conforme a declaração de especialistas em pesquisas de opinião, o governo precisa de um fato novo para retomar a narrativa de progresso. Sem uma mudança na percepção econômica, o desgaste pode se tornar irreversível nos próximos meses de gestão.

De acordo com o levantamento, o sentimento de frustração atinge até mesmo eleitores que votaram no atual presidente em 2022. Esse grupo reclama especificamente da falta de cumprimento de promessas relacionadas à reforma tributária e à redução de impostos.

O cenário de 2026 começa a ser desenhado sob essa ótica de insatisfação popular. A oposição aproveita os dados para reforçar o discurso de ineficiência administrativa e falta de rumo nas políticas de desenvolvimento sustentável.

Aguardam se agora os próximos movimentos do governo para tentar reverter este quadro negativo. A pressão por trocas no primeiro escalão do ministério deve aumentar consideravelmente após a divulgação destes resultados impactantes do instituto PoderData.

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