Um homem foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira em São Paulo após atear fogo no corpo de sua companheira.
A Polícia Civil agiu rapidamente para deter o suspeito logo após o ataque criminoso que chocou os moradores da região paulista.

O delegado responsável pelo caso lavrou o auto de prisão em flagrante diante da gravidade extrema da agressão sofrida pela vítima.
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Investigadores confirmaram que o crime ocorreu durante uma discussão doméstica antes de o agressor utilizar material inflamável para atacar a mulher.
O suspeito permanece sob custódia do Estado enquanto a autoridade policial aguarda a decisão da Justiça sobre a manutenção de sua detenção.
A vítima recebeu socorro imediato e foi encaminhada para uma unidade de saúde especializada em tratamento de queimaduras graves no estado.
Detalhes da prisão e pedido de preventiva
A autoridade policial representou imediatamente pela conversão da prisão em flagrante para preventiva para garantir a ordem pública no processo.
Segundo o boletim de ocorrência o acusado agiu com intenção de matar o que caracteriza a tentativa de feminicídio qualificado pela crueldade.
O Ministério Público deve receber o relatório final da investigação nos próximos dias para oferecer a denúncia formal contra o criminoso.
Especialistas em segurança pública destacam que a resposta rápida das forças policiais é fundamental para coibir a escalada de crimes de violência doméstica em São Paulo.
O caso segue sob sigilo de justiça para preservar a integridade da vítima e de seus familiares próximos durante o período de recuperação.
Combate ao feminicídio em São Paulo
O governo estadual reforçou as operações de combate à violência de gênero após o registro de sucessivos ataques brutais na capital paulista.
Nesta terça-feira a polícia deflagrou uma operação paralela que já resultou na prisão de centenas de outros agressores em todo o estado.
Os índices de violência contra a mulher em 2025 mostram a necessidade urgente de políticas públicas de proteção e monitoramento constante de suspeitos.
A população pode denunciar casos de agressão pelo número 180 ou procurar as delegacias especializadas de defesa da mulher abertas 24 horas.
É essencial que as testemunhas de agressões denunciem imediatamente os fatos para evitar que novas tragédias ocorram nas comunidades de São Paulo e interior.
O agressor aguarda agora a audiência de custódia onde um juiz decidirá se ele responderá ao processo atrás das grades até o julgamento.
A defesa do suspeito ainda não se manifestou oficialmente sobre as acusações de tentativa de homicídio e violência doméstica registradas pela Polícia Civil.
O estado de saúde da mulher é monitorado por equipes multidisciplinares enquanto o inquérito policial avança com a coleta de novos depoimentos.